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Dissertações - 2010

 

 Orientador  Joaze Bernardino Costa
 Aluno  NEVILLE JULIO DE VILASBOAS E SANTOS
 Data  
 Título DESIGUALDADE E IDENTIDADE NO SERVIÇO DOMÉSTICO: INTERSECÇÕES ENTRE CLASSE, RAÇA E GÊNERO
 Resumo Este estudo tem o objetivo de analisar as identidades construídas nas relações entre trabalhadoras domésticas e patroas a partir de um estudo empírico realizado na cidade de Goiânia. A pesquisa se justifica pela importância histórica que o trabalho doméstico assume no Brasil e pelo peso dessa ocupação na força de trabalho feminina. A perspectiva utilizada foi a da interseccionalidade, numa tentativa de articulação dos estudos sobre identidade a partir das perspectivas do interacionismo simbólico, dos estudos culturais e do feminismo negro. Tal objetivo se pautou pela hipótese de que o serviço doméstico se baseia em relações que envolvem uma conexão complexa entre diferenças e desigualdades de classe, raça e gênero, que, de acordo com o contexto, forjam identidades mais ou menos estáveis. Foi fundamental para esse trabalho o uso do conceito de diferença, enquanto categoria analítica, o que reforçou o aspecto relacional e não-essencialista das identidades, permitindo entrever não apenas a opressão e a subalternidade, mas também possibilidades de mudanças, ainda que entre as nuvens das desigualdades. Foram entrevistadas 14 mulheres, sete trabalhadoras domésticas e sete patroas, com o auxílio de um roteiro semi-esturuturado. Os resultados revelaram a conexão entre classe, raça e gênero no trabalho doméstico, com especial ênfase na enorme desigualdade de classe.
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 Orientador  Pedro Célio Alves Borges
 Aluno  MARCOS FLÁ€VIO MɅRCIO DE OLIVEIRA
 Data  
 Título O PROGRAMA SEGUNDO TEMPO EM GOIÂNIA E A POLÍTICA PÚBLICA DE ESPORTE E LAZER NO BRASIL A PARTIR DA CRIAÇÃO DO MINISTÉRIO DO ESPORTE
 Resumo

O estudo das políticas públicas de esporte e lazer a partir da criação do Ministério do Esporte em 2003 é o foco deste trabalho. O objetivo foi compreender como o esporte, tratado como direito social, pode contribuir para a diminuição ou reversão das desigualdades em uma sociedade periférica como a brasileira. Para tanto, foi escolhido como objeto de estudo o Programa Segundo Tempo, desenvolvido sob responsabilidade da Secretaria Nacional de Esporte Educacional, do Ministério do Esporte. Através da abordagem do esporte sob diferentes perspectivas da sociologia do esporte, discutimos as ligações do Estado moderno com o fenômeno esportivo, as concepções e principais dificuldades para o desenvolvimento do Programa Segundo Tempo, em geral, e mais especificamente na cidade de Goiânia. No campo da política social discute-se a relação centralização/descentralização da política de esporte.

 

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 Orientador  Sebastião Rios Correa Jr.
 Aluno MARCEL FARIAS DE SOUSA
 Data  
 Título DO CONCEITO DE BUN BU RYO DO À ATIVIDADE ESPORTIVA: A RACIONALIDADE MODERNA NAS LUTAS MARCIAIS TRADICIONAIS
 Resumo  
Este trabalho analisa o desenvolvimento sócio-cultural e histórico das lutas marciais japonesas, a partir de sua configuração social, religiosa e política no Japão feudal e investiga como estas práticas se reconfiguram no modelo de racionalidade do mundo ocidental. A pesquisa, de caráter qualitativo, tem como procedimento metodológico, o método de análise de imagens paradas com a decomposição de vídeos de lutas, optando pelo seguinte processo comparativo de movimento: 1) Comparação de movimento do aikijujutsu (da escola de Shinobi no Jutsu Hiten Ryu) com o Aikidô tradicional (vídeo do Doshu Moriteru Ueshiba, neto do fundador do Aikidô, Morihei Ueshiba); 2) Comparação de movimento do jujutsu (da escola de Shinobi no Jutsu Hiten Ryu) com o Judô (vídeo de instrução da instituição Kodokan). Realizamos uma reflexão sobre a percepção do mundo oriental nas ciências sociais do Ocidente. Edward Said (2007) questionou as formas de apropriação, interpretação, compreensão e julgamento da cultura oriental a partir da ótica da racionalidade ocidental, que este autor denominará de Orientalismo. Como referencial teórico, escolhemos o modelo da sociologia compreensiva de Max Weber e sua contribuição para a análise do fenômeno religioso (budismo e shintoísmo) e acrescentou-se a teoria psicossocial do sociólogo alemão Erich Fromm, que percebe o caráter autoritário do Estado e das instituições sociais (como a religião) atuando na formação da personalidade dos sujeitos. Aplicamos estes autores e seus conceitos na análise sobre a religiosidade e suas configurações no Estado japonês. Complementar a esta análise, fizemos uma reflexão sobre o desenvolvimento dos estudos sociológicos sobre as práticas corporais utilizando a análise figurativa de Norbert Elias e Eric Dunning (1992) sobre o fenômeno esportivo moderno nascido na Europa e que as lutas marciais japonesas, parcialmente se enquadram também esta questão.
 
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 Orientador Dalva Maria Borges de Lima Dias de Souza
 Aluno ADRIENNY PEREIRA TINOCO
 Data  
 Título AS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA VIOLÊNCIA URBANA: CAMADAS MÉDIAS E OPERÁRIAS DA CIDADE DE GOIÂNIA 
 Resumo  
 A violência urbana é uma constante preocupação, principalmente nas grandes cidades, acarretando sentimento de insegurança e medo da criminalidade. São tanto sentimentos, como percepções que atrapalham a convivência social. Neste contexto, o estudo das representações sociais da violência é de suma importância para se entender como o fenômeno da criminalidade e suas conseqüências, se expressam como sentimentos de insegurança que moldam as relações sociais, pois as representações criam formas de sociabilidade que os indivíduos tomam como referência para se posicionar frente aos diferentes aspectos da realidade social. O presente estudo problematiza essas questões e se propõe a apreender as representações sociais construídas acerca da violência urbana em duas classes sociais distintas, na cidade de Goiânia. Visa compreender como as falas cotidianas influenciam o comportamento dos habitantes de Goiânia, construindo fenomenologicamente a violência urbana e aumentando o sentimento de insegurança. Visa ainda perceber as condutas e valores associados à violência urbana, bem como entender de que forma a inserção social influencia nas representações sociais da violência e dessa forma, na estigmatização da pobreza e na construção de territórios segregados.
 
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 Orientador  Revalino Antonio de Freitas
 Aluno GLAUBER LOPES XAVIER
 Data  15/03/2010
 Título TEMPO-ESPAÇO NA VIDA COTIDIANA DO “BÓIA-FRIA”
 Resumo A apreensão do cotidiano dos trabalhadores ―bóias-frias‖ tratou-se do principal objetivo de nossa pesquisa. Buscamos alcançá-la numa dupla perspectiva, o tempo e o espaço, entendendo que a trama pela qual se estabelecem os processos de exploração e dominação desses trabalhadores urde-se a partir deles. Temas outros, evidentemente, conformaram para essa apreensão, sendo que, instigados a uma leitura ancorada no princípio teórico-filosófico da totalidade, não nos furtamos da crítica, quando necessária, do que concerne a construção do próprio conhecimento. No materialismo histórico-dialético nos apoiamos metodologicamente. Em coerência com esse método, buscamos, no pensamento de Henri Lefebvre, elaborações teóricas capazes de nos fornecer um programa de pesquisa em consonância com a realidade da vida cotidiana no mundo moderno. Tais postulados foram, destarte, cruciais naquilo que objetivamos, de tal sorte que permitiram a realização desse estudo numa proposta única de pensamento, destoada do conhecimento parcelado, a meio caminho da apreensão dos fenômenos sociais. Por compreendermos, pois, a materialização desses fenômenos encetada pela lógica dialética, forma do movimento do conteúdo e mais, enquanto processo social e, portanto, cotidiano que redunda em história num constante devir, é que abordamos os conceitos de espaço social, tempo cíclico, tempo linear, sociedade burocrática de consumo dirigido, ordem próxima, ordem distante, antropologia dialética, além de outros. Por isso, abordamos a relação entre o meio urbano e o rural numa perspectiva dialética, amalgamadas no processo de re-produção das relações de produção. Do mesmo modo, reportamos ao cotidiano dos ―bóias-frias‖ no que tange ao modo de vida e a urbanidade pelo prisma da técnica e do consumo, dos desejos e das necessidades. Se devemos, então, apresentar a constituição do pensamento sob o qual se assentaram nossas premissas, considerações, constatações, enfim, a démarche imprimida pelo presente trabalho, temos uma elaboração triádica das idéias: o concebido, o percebido e o vivido, a necessidade, o trabalho e o gozo. Logo, trilhamos a apreensão do cotidiano dos ―bóias-frias‖ naquilo que há de poético, ruptura com o castigo do trabalho, dos incessantes gestos de produção de mais-valia, os momentos de desfrute do vivido, do prazer e da festa, do ensejo do novo e inesperado. Ademais, não abandonamos a pesquisa desse cotidiano no que o define alienante: a religiosidade, o processo de trabalho, a urbanidade ali envolta e instaurada de forma anômala. Por outro lado, primamos pelo assento da ordem distante no que ela encerra como ideológico. Sobremaneira o papel do Estado nos foi elementar para o que nos propomos. Por isso, sua eleição perante outros termos dessa ordem. Buscamos, finalmente, aproximá-las, ordem próxima e ordem distante, de certo modo o cotidiano e a história, algo diluído no presente texto como percurso na apreensão do cotidiano dos ―bóias-frias.
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 Orientador  Francisco Chagas Evangelista Rabelo
 Aluno HEMERSON FERREIRA DOS SANTOS JÚNIOR
 Data  23/02/2010
 Título Identidade e distinção - a MPB em Goiás
 Resumo O presente estudo trata da música popular brasileira feita em Goiás buscando compor os nexos sociológicos indicadores das condições em que essa manifestação artística é produzida. Utilizando-se da noção de campo, abstraída da obra de Pierre Bourdieu, são analisados os fundamentos materiais e simbólicos envolvidos na formação do grupo de compositores, músicos e intérpretes no Estado de Goiás, demarcando-se as posições perpetradas pelos agentes em diferentes períodos. Num primeiro momento foram esboçadas as condições sociais de emergência da música popular, discutindo-se os conflitos simbólicos que envolvem a MPB e o papel que desempenha como substitutivo da música erudita na apropriação distintiva que operam produtores e consumidores, e foi feito um recorte da formação do campo da música em Goiás, matizando-se as posições da música erudita, música “popular erudita” e música popular, permitindo a contextualização sócio-histórica da prática musical. A MPB em Goiás, tal como foi considerada nessa dissertação, começa propriamente com as mostras competitivas do final dos anos 60 – os Festivais de Música Popular – e projeta-se até os dias atuais em discos e shows de músicos que reivindicam essa classificação. Partindo-se da noção de subcampo – conceito adaptado da obra de Bourdieu para o objeto em questão – é reconstituída a dinâmica de formação desse grupo abordando-se a origem social dos agentes, as técnicas de produção disponíveis, o mercado de músicos, as representações dos produtores, a interpenetração do subcampo da indústria cultural na música popular e a ação das leis de incentivo à cultura na conformação do subcampo. Observou-se que as estratégias de reconhecimento empregadas, construídas subjetiva (nas representações dos agentes) e objetivamente (nas músicas), orientaram-se para a reivindicação distintiva de critérios de classificação, resultando, freqüentemente, na elaboração da idéia de missão cultural entre os agentes e na busca da representação da identidade regional na música popular.
 
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 Orientador  Francisco Chagas E. Rabelo
 Aluno JANETE RODRIGUES DA SILVA
 Data  
 Título Movimento Neopentecostal e Religiosidades Neoesotéricas: um estudo comparado sobre comportamento religioso em Goiânia
 Resumo Segundo Campbell (1997), o Ocidente sofre um processo de orientalização que se traduz em uma gradativa substituição da teodiceia judaico-cristã, com base na concepção de um Deus pessoal e transcendente que impõe sua vontade e exige obediência, por outra oriental fundada em uma representação imanentista da divindade, que, por sua vez, é mais apropriada a uma sociedade marcadamente antropocêntrica. O objetivo deste trabalho é mostrar que o movimento neopentecostal, com a ressignificação dos conteúdos cristãos, emerge como produto típico desse contexto histórico-cultural e, portanto, está mais apto a trazer respostas às demandas existenciais próprias desse tempo, de onde advém seu êxito na disputa por consumidores de bens e serviços religiosos. Nesse sentido, ele se afasta da ortodoxia do protestantismo tradicional e se aproxima da heterodoxia das tradições religiosas do Oriente. Assim, partindo do pressuposto de que existem similaridades que evidenciam essa aproximação, propõe-se um estudo comparativo entre uma denominação neopentecostal, Igreja Universal do Reino de Deus, e uma instância religiosa que seja representativa das religiosidades de cunho oriental; no caso, a instituição religiosa Perfect Liberty, com a finalidade última de delinear o perfil do sujeito religioso na contemporaneidade.
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 Orientador  Jordão Horta Nunes
 Aluno JAQUELINE PEREIRA DE OLIVEIRA VILASBOAS
 Data  
 Título ECONOMIA SOLIDÁRIA: RELAÇÕES DE TRABALHO EMERGENTES E A CONFIGURAÇÃO DE NOVAS IDENTIDADES
 Resumo Esta dissertação tem como objetivo analisar as identidades dos trabalhadores inseridos nas experiências de economia solidária. Tal objetivo se justifica pela necessidade, cada vez mais constante, de se conhecer e compreender as novas estruturações do mundo do trabalho, no qual a economia solidária se inscreve. O estudo foi feito em cooperativas e associações das cidades de Goiânia-GO e Campinas-SP. Partiu-se do pressuposto de que os princípios que regem estas iniciativas, sobretudo a autogestão, a solidariedade e a democracia, seriam elementos importantes na constituição de novas identidades. A dissertação tem como ponto de partida algumas observações sobre as transformações no mundo do trabalho, sobre a informalidade, bem como sobre o debate em torno do conceito de economia solidária, sua emergência histórica e a forma como essas inovadoras iniciativas de trabalho têm se configurado no Brasil. A análise da identidade parte de algumas contribuições teóricas que concebem a identidade como fruto dos processos de interação social, enfatizando seu caráter dinâmico. A dissertação destaca as observações teóricas de Claude Dubar, que entende a construção da identidade de maneira relacional, ou seja, ela se dá mediante o imbricamento entre as próprias autodefinições e as atribuições dos companheiros de interação. A partir das entrevistas com os trabalhadores, buscou-se construir uma caracterização dos cooperados, bem como suas percepções e assimilações possibilitadas pelo trabalho. Os dados analisados não assinalam diferenças significativas no que diz respeito às apropriações dos trabalhadores nas duas cidades. Contudo, apontam uma diferença significativa, qual seja, a diferença do envolvimento do poder público local no sentido de viabilizar o desenvolvimento da economia solidária nas referidas cidades. Além disso, foi possível perceber a ausência de uma identidade autogestionária e democrática. Todavia, observou-se mudanças significativas na vida dos trabalhadores e indícios da emergência de uma identidade coletiva.
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 Orientador  Marta Rovery de Souza
 Aluno JOSÉ ROBERTO BATISTA
 Data  
 Título OPERÁRIOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL: ACIDENTES E REINSERÇÃO NO MERCADO DE TRABALHO
 Resumo O presente estudo tem como objetivo conhecer como ocorre o processo de reinserção no mercado de trabalho dos operários que sofreram acidentes de trabalho e ficaram com incapacidade física parcial, estabelecendo-se como recorte os trabalhadores da construção civil na cidade de Goiânia. Optou-se por esses trabalhadores porque eles utilizam à força física e habilidades manuais no processo produtivo, expondo seus corpos constantemente aos riscos de um acidente. Buscou-se apresentar uma análise da transição da sociedade industrial para a sociedade de risco, socialização no trabalho até a consolidação da sociedade salarial e as transformações ocorridas no processo de reestruturação produtiva, do fordismo à acumulação flexível. Para isso destacaram-se dois grupos de autores, no primeiro estão Anthony Giddens e Ulrich Beck que discutem as conseqüências da modernidade. O segundo é formado pelos autores que investigam o mundo do trabalho, decidiu-se por aqueles que entendem a centralidade do trabalho enquanto categoria de análise, dentro de uma visão marxista, objetivando as relações sociais e as formas de organização do trabalho no contexto sócio-econômico que as envolvem. Contextualizaram-se os acidentes e mercado de trabalho como fatores que beneficiam a “des-socialização” dos trabalhadores. Para a compreensão da gravidade dos acidentes no mundo do trabalho, utilizou-se como principal fonte de dados as bases oficiais da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Os dados indicaram um cenário precário da situação internacional em relação aos acidentes de trabalho. A OIT estima que anualmente ocorram 2,2 milhões de mortes decorrentes de acidentes ou doenças relacionadas ao trabalho. No Brasil, estima-se que aconteçam três mortes a cada duas horas e três acidentes não fatais a cada minuto. Houve também a constatação que no setor da construção aconteceram os maiores índices de acidentes no trabalho. Em razão disso, esses dados consultados evidenciaram que os operários da construção civil desenvolviam suas atividades em condições precárias. O trabalho de campo utilizou duas técnicas de pesquisa qualitativa - observação participante e entrevistas semi-estruturadas. A observação participante permitiu a visibilidade de um canteiro de obra e atuação dos operários frente ao processo produtivo. Constatou-se que os riscos de danos à saúde do trabalhador são resultados das condições precárias do ambiente de trabalho e prática de atos inseguros como, por exemplo, o não uso devido dos EPI’s. Essas práticas de atos inseguros foram analisadas com base nas Normas Regulamentadoras expedidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego. As oito entrevistas realizadas permitiram conhecer a percepção dos acidentados sobre sua profissão, segurança, prevenção de acidentes, acidente de trabalho e retorno às suas atividades laborais. Os relatos apresentados pelos acidentados revelaram o trabalho como meio fundamental de inserção social, todavia os acidentes de trabalho deixaram seqüelas que impediam o retorno às suas atividades laborais.
 
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 Orientador  Dijaci David de Oliveira
 Aluno  MARIA OLINA GOMES
 Data  
 Título Relações e condições do trabalho docente universitário em um contexto de mercantilização da educação na rede de ensino superior privado em Goiás
 Resumo O presente estudo faz um recorte na literatura que trata sobre o mundo do trabalho, enfocando o trabalho do professor em Instituições de Ensino Superior (IES) privadas em Goiás. O procedimento teórico contempla aspectos conjunturais e estruturais que orientam e condicionam o contexto do trabalho do docente, tais como as políticas do Estado em relação à educação, as modificações no mundo do trabalho e a força do livre mercado. Sob essa orientação, a análise perpassa o contexto das relações e condições de trabalho ante o arrefecimento da força sindical e concomitante processo de desregulamentação dos direitos trabalhistas em suas implicâncias sobre o trabalho do professor. Em recorte transversal, num primeiro momento, as relações e condições do trabalho docente são analisadas a partir de dados organizados sobre processos trabalhistas da classe; num segundo momento, o mesmo escopo de análise é retomado com base em pesquisa realizada junto a docentes, considerando a representação por esta classe sobre sua própria situação de trabalho. Os resultados do estudo condensam indicativos tanto de mal estar quanto de aceitabilidade à situação pela categoria docente pesquisada. Esta última, inserida num contexto em que o ensino é tratado como mercadoria e a ordem é a adaptação flexível sob gestões racionalizadas em prol da lucratividade das IES privadas. 
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