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dissertações - 2013

Updated at 11/19/14 09:39 .

 

 

ORIENTADOR

Revalino Antonio de Freitas

ALUNO

GLAUBER LOPES XAVIER

DATA

10/05/2013

TÍTULO

OS ASSALARIADOS RURAIS URBANIZADOS: SOBRE O FENÔMENO URBANO E OS TRABALHADORES RURAIS NA ALTA MODERNIDADE – GOIANÉSIA, GOIÁS

RESUMO

Nos últimos anos, as condições de reprodução da força de trabalho e das relações sociais dos proletários do campo têm passado por transformações substanciais, cuja causa se trata do fenômeno urbano que está envolto na vida cotidiana destes trabalhadores. As mudanças em curso têm engendrado, por seu turno, um modus vivendi de que até então não se tinha precedentes no Brasil, permitindo afirmar o aparecimento de uma nova categoria de trabalhadores rurais, os assalariados rurais urbanizados. Para se compreendê-la, no entanto, urge considerar este modus vivendi com base no conceito de espaço social, instaurado pela dialética entre as instâncias física, social e mental arvoradas pelo urbano na alta modernidade. No tocante ao espaço social, o estudo dos assalariados rurais urbanizados desvela uma reprodução das relações sociais distinta da que configurava o cotidiano dos trabalhadores rurais dos anos que antecederam este novo século. Demarcam esta mudança novas formas de agir, sentir e pensar destes sujeitos, emergindo, portanto, uma nova relação homem-espaço, homem-objeto, assim como entre os próprios homens, desdobrando em novas representações e seus corolários. Importa considerar que estas mudanças configuram a alta modernidade, por vezes denominada de modernidade tardia ou mesmo pós-modernidade, a qual se trata da lógica cultural de um avançado estágio de desenvolvimento das forças produtivas. Neste sentido, o estudo em questão busca apreender as condições de reprodução das relações sociais dos trabalhadores temporários de Goianésia, Goiás, a partir dos aspectos culturais que permitem cunhar o conceito de assalariados rurais urbanizados. Com efeito, entende-se que as questões culturais emergem da ordem material da vida, de sorte que este estudo alicerça-se, ainda, na apreensão das condições de reprodução da força de trabalho, as quais são instauradas por relações precárias e até mesmo por relações de trabalho análogas à escravidão, desdobramentos de novas terrirorialidades que tem se estabelecido a partir de novas dinâmicas cidade-campo e rural-urbano na alta modernidade. Destarte, a tese em questão arvora-se na propositura de um conceito ao tempo que leva a cabo um esforço interpretativo do rural na contemporaneidade ou o chamado novo rural, conformado por uma dinâmica espaço-tempo que promove mudanças substanciais no cotidiano dos trabalhadores. Para tanto, metodologicamente a pesquisa sustentou-se no materialismo histórico-dialético, considerando que a tessitura do real se estabelece a partir do conflito de classes e que este real trata-se de uma síntese de múltiplas determinações. A pesquisa norteou-se, ainda, com base no procedimento metodológico regressivo-progressivo, postulado por Henri Lefebvre, o qual permite a apreensão do real a partir da junção entre a sociologia e a história, permitindo, ademais destas áreas do conhecimento, o encontro entre a geografia, a antropologia, a filosofia, dentre outras.

 

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ORIENTADOR

Nildo Silva Viana

ALUNO

NAURINETE FERNANDES INÁCIO REIS

DATA

21/08/2013

TÍTULO

MEMÓRIA SOCIAL E GUERRILHA DO ARAGUAIA

RESUMO

A região do Araguaia, historicamente caracterizado pelos conflitos sociais e fundiários, é hoje marcada pela memória da Guerrilha (1972 a 1975), pois as transformações ocorridas nas terras do Araguaia em decorrência desse movimento têm forjado a necessidade de organização de movimentos camponeses visando o conhecimento e reconhecimento de experiências históricas. Os camponeses do Araguaia, envolvidos numa luta armada entre militantes do PC do B, que supostamente lutavam contra a ditadura militar no país e pela construção de um governo popular e revolucionário, e as Forças Armadas, respaldadas no discurso ideológico da defesa nacional e da garantia da lei e da ordem, tiveram seu cotidiano alterado. Neste sentido, o presente trabalho tem como tema a memória social da Guerrilha do Araguaia, deflagrada nos limites territoriais das regiões do sul e sudeste do Pará, norte do estado do Tocantins (à época, estado de Goiás) e oeste do Maranhão e analisa, através da memória social, a percepção dos envolvidos, notadamente dos camponeses, sobre a guerrilha do Araguaia, sobre a intervenção da mesma na vida camponesa. Nesta perspectiva, este estudo é direcionado para a compreensão dos elementos fundamentais da memória social camponesa da Guerrilha, bem como das seguintes questões: Qual a percepção que os camponeses tinham/têm da Guerrilha, das forças armadas em confronto, bem como dos respectivos projetos políticos estratégicos para a região e para a população? Quais motivações levaram os camponeses a ―contribuir‖ com a Guerrilha ou com o combate à mesma? E, de que forma a memória da Guerrilha atua no cotidiano dos camponeses hoje? Os procedimentos metodológicos utilizados nesse estudo consistiram, além da pesquisa bibliográfica e documental, principalmente, na realização de entrevistas com os que viveram e conviveram no contexto da Guerrilha. Como referencial teórico, parte-se do pressuposto de que a memória é construída socialmente, como resultados de processos históricos e sociais, consequentemente um processo ativo, seletivo, reflexivo e em contínua construção. Lançamos mão das contribuições de alguns autores, dentre o quais: Maurice Halbwachs, Frederic Charles Bartlett, Michael Pollak, Jacques Le Goff, Fernando Rosas, Nildo Viana, entre outros. Partindo do pressuposto de que a memória social deve ser analisada levando-se em consideração sua relação com as condições históricas e sociais na qual é produzida, a memória social foi analisada criticamente, o que nos possibilitou confirmar a hipótese de que a construção da memória sobre a Guerrilha do Araguaia passa por um processo de disputa e conflitos envolvendo diversas forças e agentes e, por conseguinte, a percepção camponesa da Guerrilha é construída a partir de determinações sociais, bem como de valores e sentimentos individuais constituídos socialmente. Dessa forma, a mesma se configura como espaço de contestação, de resistência, de construção de significados e de luta de classes.

 

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ORIENTADOR

Revalino Antônio de Freitas

ALUNO

Patrícia Santiago Vieira

DATA

05/07/2013

TÍTULO

O TRABALHO EM SAÚDE NOS HOSPITAIS DE GESTÃO
TERCEIRIZADA: O CASO DO ESTADO DE GOIÁS

RESUMO

No Estado de Goiás, a terceirização da gestão em hospitais públicos existe há mais dez anos, apesar disto, os estudos que analisam este processo ainda são escassos. O objetivo desta pesquisa foi analisar como a terceirização da gestão influencia no processo de trabalho e as repercussões para o trabalhador da saúde. Este estudo consiste no caso de dois hospitais públicos do Estado de Goiás com gestão terceirizada. Os hospitais foram selecionados com base no desenvolvimento do processo de terceirização da gestão. Deste modo, foi selecionado um hospital em que o processo está amplamente desenvolvido e o outro hospital em que o processo está em implantação. Para coleta de dados, foram realizadas entrevistas do tipo semiestruturada com dez trabalhadores das diversas categorias profissionais de cada um dos dois hospitais. A escolha dos trabalhadores foi forma aleatória, sendo critério de inclusão que o sujeito trabalhasse diretamente no cuidado em saúde junto ao usuário. Os dados obtidos na coleta de dados foram categorizados em torno das seguintes categorias: produtividade/ rotatividade, intensificação do trabalho, autonomia, controle do trabalhador, adoecimento. Observa-se que as Organizações Sociais (OS) operam na lógica da produtividade, sendo necessário manter uma elevada rotatividade dos usuários no serviço. A política empregada pelas OSs para gestão dos hospitais públicos é a lógica empregada no setor privado e envolve o aumento do controle sobre o trabalho, a redução da autonomia do trabalhador, a intensificação do trabalho e culminam no adoecimento do trabalhador. Observa-se que a centralidade do atendimento dos hospitais geridos por OSs está na produtividade e, não no atendimento às necessidades em saúde do usuário, que muitas vezes, saem do serviço sem que estas tenham sido atendidas ou após ter recebido um atendimento de qualidade duvidosa. Espera-se que esta pesquisa possa contribuir nas análises acerca do trabalho em saúde em hospitais de gestão terceirizada, potencializando a resistência a esta forma de privatização e quebra do direito à saúde.

 

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ORIENTADOR

Eliane Gonçalves

ALUNO

BENTO MANOEL DE JESÚS

DATA

 

TÍTULO

CAMPANHA PELA DESPATOLOGIZAÇÃO DA TRANSEXUALIDADE NO BRASIL: SEUS DISCURSOS E SUAS DINÂMICAS

RESUMO

Inscrito na arena dos saberes sobre identidades de gênero, este trabalho versa sobre a transexualidade, tema sobre o qual repousam muitas controvérsias, a começar pelo uso dos termos transexualidade e transexualismo. Não se trata apenas de palavras diferentes, mas significam pontos de vista diferentes, podendo demarcar perspectivas antagônicas de campos de conhecimento em relação à condição transexual, uma de identidade e outra de patologia. Esta pesquisa tem como objetivo situar o debate sobre a despatologização da transexualidade no Brasil analisando seus campos discursivos. Por um lado, procuro identificar quem são os atores envolvidos na campanha e investigar como os mesmos estão produzindo o debate, mostrando que tipos de mobilizações têm sido feitas e quais são as suas principais reivindicações. Por outro lado, busco identificar e analisar os conhecimentos que fundamentam os discursos pela despatologização e quais outros discursos se contrapõem a essa perspectiva. Apresento e analiso as propostas da campanha quanto à continuidade da assistência médica e a garantia de direitos às pessoas transexuais numa eventual despatologização da transexualidade.

 

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ORIENTADOR

Nildo Silva Viana

ALUNO

Erisvaldo Pereira de Souza

DATA

 

TÍTULO

Rock, Juventude e Capital Comunicacional na Cidade de Brasília (1970-1980)

RESUMO

O presente trabalho tem como objetivo principal desenvolver uma análise sobre rock, juventude e capital comunicacional em Brasília nas décadas de 1970-1980. São dois períodos interessantes no que diz respeito à produção musical das bandas nesta cidade. As bandas eram formadas por jovens que tinham como interesse o punk-rock em um primeiro momento e depois um rock adaptado ao consumo, mas mantém a postura crítica em relação à realidade local, bem como nacional. Para realizar esta pesquisa, utilizamos determinados autores, tais como Marx, Adorno, Bourdieu que possibilitasse a análise e compreensão desse fenômeno. A partir deste referencial teórico, desenvolvese
uma análise das formas de produção no interior da sociedade capitalista, fundada num modo de produção específico de mercadorias, sua característica é transformar paulatinamente, tudo em mercadoria, inclusive a cultura e a música, mais especificamente. O trabalho busca evidenciar a relação entre rock e juventude, mediadas pelo capital comunicacional. É este setor capital que é o responsável pela produção e difusão destas bandas. Analisa-se também como estas bandas foram inseridas pelo capital comunicacional e suas mudanças antes e depois de sua integração no capital comunicacional. O conteúdo das letras e algumas entrevistas de integrantes das bandas foram uma fonte de informação para analisar o desenvolvimento das bandas.

 

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ORIENTADOR

Telma Ferreira Nascimento Duraes

ALUNO

REYCILANE CARVALHO CHADUD

DATA

 

TÍTULO

O SOCORRISTA DE RESGATE E O RECONHECIMENTO
SOCIAL: DILEMAS NA PROFISSÃO DE BOMBEIROS

RESUMO

Esta dissertação aborda a expansão da Universidade Federal de Goiás (UFG) a partir de sua adesão ao Programa de Apoio a Planos de Expansão e Reestruturação do Ensino Superior (REUNI). Utilizando uma concepção Durkheiminiana de Estado apresentamos a importância social das políticas públicas para a educação brasileira, com foco no ensino superior. Sob um panorama conceitual contextualizamos o percurso da educação brasileira a partir dos anos de 1990, destacando a instituição dos Planos Nacionais de Educação e as políticas de financiamento para a educação superior. A partir daí, abordamos a história de criação e consolidação da UFG, primeira universidade pública do Centro-Oeste que, depois de quase cinquenta anos, se confronta com o REUNI, uma política pública de governo que trouxe diversos debates e controvérsias sobre a nova reforma da educação superior, que se consolidava com a possibilidade de adesão ao plano pelas universidades públicas federais. Esses debates foram intensos no âmbito da UFG, rodeados de críticas da comunidade acadêmica mas que por fim, levaram à opção pela adesão da instituição ao plano de reestruturação e expansão. Diante desta nova realidade de expansão e reestruturação a UFG estabeleceu diversos indicadores para atingir as metas propostas no seu plano. Analisamos esses indicadores ainda durante a implementação das ações abordando seus impactos no ensino, na pesquisa e na extensão com o objetivo de identificar se, de fato, houve democratização do acesso popular ao ensino superior público no estado de Goiás.

 

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ORIENTADOR

Dijaci David de Oliveira

ALUNO

ANA CARULINE DE SOUZA CASTRO

DATA

01/03/2013

TÍTULO

A DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO AO ENSINO SUPERIOR PELO REUNI NO ESTADO DE GOIÁS

RESUMO

O trabalho faz uma abordagem da conduta humana sob a perspectiva de suas motivações estéticas, através de uma mercadoria simbolo da vida moderna: o automóvel. Apóia-se no conceito de "estética da mercadoria" desenvolvido por Wolfgang Haug e nas noções de campo e habitus de Bourdieu, procurando se aproximar da dinâmica que marca as relações entre estrutura e indivíduo. Nesse processo, o design aparece como uma manifestação da cultura contemporânea em que os valores estéticos são absorvidos pela dinâmica do mercado, revelando a importância da forma e da aparência na modernidade.

 

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ORIENTADOR

Jordão Horta Nunes

ALUNO

LILIAN SILVA DO AMARAL SUZUKI

DATA

 

TÍTULO

ENTRE IDAS E VINDAS: TRABALHO, ARRANJOS FAMILIARES E DOMÉSTICOS E EXPECTATIVAS DE RETORNO ENTRE BRASILEIROS NO JAPÃO

RESUMO

Este trabalho teve como objetivo analisar alguns aspectos relativos ao fluxo migratório de trabalhadores brasileiros para o Japão. Nesse contexto, a partir de entrevistas qualitativas realizadas com brasileiros que se encontravam na província de Aichi no Japão, pesquisa bibliográfica referente aos decasséguis brasileiros, e referencial teórico sobre as migrações internacionais recentes relacionadas ao mundo do trabalho, arranjos familiares e migração de retorno, buscou-se analisar questões como: o trabalho em fábricas no Japão; o trabalho realizado no setor de serviços no Japão; os impactos da crise econômica de 2008 sobre esses trabalhadores; as diversas estratégias familiares criadas para lidar com as novas situações, oportunidades e constrangimentos no âmbito familiar, decorrentes da migração para o exterior; as expectativas e conflitos que envolvem a questão do retorno ao Brasil.

 

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ORIENTADOR

Flávio Munhoz Sofiati

ALUNO

RODRIGO AUGUSTO LEÃO CAMILO

DATA

26/02/2013

TÍTULO

A AÇÃO POLÍTICA DA TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO HOJE: ESTUDO DE CASO DA PRELAZIA DE SÃO FÉLIX DO ARAGUAIA (MT)

RESUMO

A Teologia da Libertação é um movimento religioso com forte envolvimento nas questões sociais da sociedade e que durante a década de 1970 foi muito popular na América Latina. Essa popularidade se deve em boa parte devido a uma ação política intensa em sua pastoral que, em busca de se fazer algo concreto pela parcela da população empobrecida e oprimida, chocou-se com os interesses da política nacional da época. Este trabalho busca, assim, verificar as mudanças na ação política da TL nos últimos 40 anos, que fizeram com que o envolvimento dessa teologia com uma participação direta na política fosse relegada a um segundo plano em favor de uma atenção maior às questões internas da Igreja Católica. Nesse esforço, fazemos um estudo de caso na Prelazia de São Félix do Araguaia (MT). Essa escolha justifica-se devido ao fato que atuação dessa igreja liderada por 34 anos pelo seu bispo dom Pedro Casaldáliga foi a que mais se aproximou do modelo de Igreja dos Pobres preconizada pelos teólogos da libertação.

 

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ORIENTADOR

 Pedro Célio Alves Borges 

ALUNO

PEDRO FÉLIX CARMO PENHAVEL

DATA

 25/04/2013

TÍTULO

 Urbanização por Expropriação: o caso do Setor Noroeste (Brasília-DF)

RESUMO

Este trabalho se apresenta como uma confluência de três campos temáticos: estudos urbanos, conflitos socioambientais e conflitos interétnicos. Tratamos dos processos sociais e políticos que orientaram a construção de um novo bairro residencial em Brasília, o Setor Noroeste, e nos propomos a analisar o conflito socioambiental que emerge a partir da execução desse projeto imobiliário. No primeiro capítulo, traçamos um histórico dos eventos políticos que determinaram que uma área anteriormente protegida pelo projeto original de Brasília e, além disso, local de ocupação tradicional de uma comunidade indígena, o Santuário dos Pajés, fosse destinada à construção de um bairro residencial de “alto padrão”. Para essa discussão, utilizamos, como suporte teórico, as análises de Marx e de Rosa Luxemburgo acerca da acumulação primitiva de capital e de David Harvey a respeito da acumulação por despossessão. Inspirados por esses atores, propomos como chave analítica para nossa análise o conceito de “urbanização por expropriação”. No capítulo seguinte, discutimos, a partir da abordagem crítica de conceitos como “desenvolvimento sustentável” e “economia verde”, a apropriação do discurso ambientalista pelos idealizadores do novo bairro. Para isso, realizamos análises de discurso de reportagens do jornal “Correio Braziliense”, bem como de anúncios publicitários relacionados ao Setor Noroeste. Finalmente, no terceiro capítulo, tratamos dos discursos e práticas do movimento social “O Santuário não se move!”, que contesta o projeto imobiliário ao defender a preservação do cerrado nativo e a permanência da comunidade indígena na área destinada à construção do novo bairro. Para tanto, apoiamo-nos
na perspectiva analítica da Ecologia Política, que, por meio de conceitos como “desigualdade ambiental”, “ecologismo dos pobres” e “justiça ambiental”, propõe-se a abordar os conflitos socioambientais a partir da percepção dos embates em torno da
apropriação e uso dos recursos naturais, em oposição à tendência de “naturalização” dos conflitos socioambientais.

 

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